quinta-feira, 14 de abril de 2011

Muitos Ovinhoss do Coelhinho...Com moderação PODE!

O diabético pode comer ovos de Páscoa?

Entrevista com a nutricionista Flávia Giordano, de São Paulo

Poucos resistem a um chocolate. Muito menos na época da Páscoa, quando é impossível entrar em um supermercado e não se deparar com verdadeiras “tendas” decoradas com os tradicionais ovos de chocolate dos mais diversos tipos, em embalagens de apelo visual tentador. O que fazer quando se tem diabetes e a vontade de se deliciar com os presentes do coelhinho bate à porta? A nutricionista Flávia Giordano, da consultoria Nutricompany, de São Paulo, dá as dicas.

Flávia Giordano – “O chocolate é um alimento que desperta sensação de bem-estar porque atua diretamente no cérebro, é energético e, de quebra, pesquisas mais recentes nos mostram que faz bem ao coração porque contém antioxidantes provenientes da semente do cacau. Alguns estudos indicam também que a gordura do chocolate não eleva o colesterol.
Todos esses benefícios não tornam seu consumo liberado no que se refere às quantidades: precisamos pensar em seu valor calórico. O ideal é limitar o consumo a 30 gramas por dia. Para se ter uma noção do que isso significa, um Bis, por exemplo, tem 7,5g; um bombom Alpino tem 15g. Cada 30 gramas de chocolate ao leite tem em média 170 Kcal e um bombom Sonho de Valsa, que pesa 24 gramas, tem 114 Kcal .
Quem tem diabetes não precisa restringir-se ao chocolate dietético. Para consumir o chocolate normal, é preciso apenas ter controle da quantidade de carboidratos diária. O chocolate ao leite de 30 gramas de peso tem em média 15 gramas de carboidratos (veja abaixo alguns exemplos de chocolate que contêm essa quantidade de carboidratos). Se o chocolate for recheado, porém, esse cálculo é diferente. É o caso de um chokito, que tem 32 gramas, mas contém 24g de carboidratos.
Além de calcular a ingestão de carboidratos, o portador de diabetes pode procurar amenizar os efeitos do chocolate sobre a glicemia consumindo o produto após a refeição, em substituição a uma sobremesa. A presença de outros nutrientes inclusive fibras faz com que a absorção não seja imediata, diminuindo a possibilidade de uma hiperglicemia. Por isso, é aconselhável ingerir o chocolate associado a uma fonte de fibra, uma fruta, por exemplo. Se preferir, a dica é derreter o chocolate ao leite e molhar nele morangos, damascos, pedaços de maçã. Espera-se esfriar e pronto... A sobremesa é apetitosa e tem menor quantidade de chocolate. Mas, atenção: não vale exagerar para não extrapolar no carboidrato da fruta.
Se optar pelo chocolate apenas, o cálculo deve ser o de que 15g de carboidrato desse alimento podem substituir um pequeno pedaço de fruta, uma xícara de leite, uma fatia de pão ou 1/2 xícara de cereais.
Vale ressaltar que se houver exagero pode-se compensar ingerindo mais fibras - que são carboidratos complexos -, líquidos não calóricos e sem glicose, como os chás, principalmente o verde que tem antioxidantes.
O chocolate amargo é o mais rico em antioxidantes porque tem mais massa de cacau e menos manteiga de cacau; o chocolate ao leite, como recebe leite em pó na massa, tem mais proteínas e cálcio, e o branco não traz muitos benefícios, já que é praticamente composto de manteiga de cacau.
Outro cuidado indispensável é promover o ajuste na dose de insulina de acordo com a proporção de carboidrato ou conforme recomendação médica.”

Todos os produtos que se seguem contêm, por porção descrita, aproximadamente 15 g de carboidratos:

Bolo de chocolate caseiro - 1 fatia fina
Bolo de cenoura caseiro - 1 pedaço pequeno(4 x 4 x 2 cm)
Bombom tipo ouro branco ou sonho de valsa - 1 unidade
Negresco® recheado - 2 unidades
Negresco® coberto com chocolate - 1 unidade
Brigadeiro - 2 unidades médias-“festa”
Mousse de chocolate Gold® já preparado - 150 g (3 copinhos de café)
Kinder ovo® - 1 unidade
Chocolate em pó Garoto® - 3 colheres de sopa rasas
Nescau® tradicional - 1 colher sopa rasa
Ovo Maltine® tipo “suíço” - 1 colher de sopa cheia
Dan top® - 1 unidade


www.diabetesnoscuidamos.com.br/gente_duvida_mes.aspx?id=394



João Pedro já escolheu o seu....


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

O nó do Afeto!


O nó do afeto

Em uma reunião de Pais, numa Escola da Periferia, a Diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Pedia-Ihes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível.

Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar a entender as crianças.

Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou a explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana.

Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando ele voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.

Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho a que tentava se redimir indo beijá?lo todas as noites quando chegava em casa.

E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria.

Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.

A diretora ficou emocionada com aquela história singela e emocionante.

E ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.

O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazerem presentes, de se comunicarem com o filho.

Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente. E o mais Importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.

Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo a um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais que presentes ou desculpas vazias.

É válido que nos preocupemos com nossos filhos, mas é importante que eles saibam, que eles sintam isso. Para que haja a comunicação, é preciso que os filhos "ouçam" a linguagem do nosso coração, pois em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.

É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o ciúme do bebê que roubou o colo, o medo do escuro. A criança pode não entender o significado de muitas palavras, mas sabe registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho.

E você... já deu algum nó no lençol de seu filho, hoje?

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Execelente explicação!

Li e queria que um monte de gente também desse uma olhada, pois não aguento essas perguntas.
-Ele comia doce demais?
-Ele não se alimentava direito?
-Tem gente na familia que tem Diabetes?
E outras mais...
http://carloseduardocouri.blogspot.com/2011/02/por-que-meu-pancreas-nao-produz.html?showComment=1298315373752#c3252797530463714293

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Contrato de Amor




Hoje assinei o meu contrato com o Amor!

Recuso-mo definitivamente a ser infeliz:

Não sou uma super-mulher
Não sou uma super-mãe
Não sou uma super-profissional
Não tenho que estar sempre a sorrir, bem-disposta, disponivel para tudo e para todos
Não tenho de fingir que tudo está bem quando tudo está mal, muito mal
Eu sou eu mesma, nem mais nem menos que os outros,
Sou eu e pronto!!!

Tenho dias em que estou triste mas outras sinto uma felicidade imensa
Tenho dias em que me sinto ultra cansada mas outros estou com uma energia louca
Tenho dias em que me sinto a melhor mãe do mundo outros nem por isso
Tenho dias em que me orgulho de mim própria e outros em que sinto até alguma vergonha
Quem não tem dias assim? Bons, maus, péssimos??

Não importa, o que importa verdadeiramente é que hoje assinei o meu contrato com o Amor, venham os dias bons, maus, péssimos, com sol, com chuva, com muito ou pouco trabalho, com toda a família ou só com dois, com cadela, sem cadela, com casa arrumada ou completamente um caos, o que importa é que em todos eles vou lutar pela minha felicidade, pelo amor dos meus amores!!!!


feijaozinhodiabetico.blogspot.com

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Enfim o 6 Ano!


Primeira semana de aula, novas professoras 9 no total pois JP já está no 6 ano, ansiedades a mil, pois como será agora, afinal não terá mais aquela paparicação do 5 ano.
Enfim tudo está dando certo, professoras avisadas, coordenação e enfermaria mesma rotina do ano passado, única coisa que muda são os horários pois tem 2 dias da semana no qual ele sairá ás 18:30 hs, nesses dias ele leva um lanchinho extra para poder aguentar chegar a hora da janta que será as 19:00 hs agora, as aulas de Ed. Fisica será no primeiro tempo as sextas feira, adorei pois logo em seguida e o recreio então ele gasta e logo em seguida repõe sem risco para as Hipo's.
Estou tranquila JP está se adaptando legal um rapaizinho, na sala dele tem uma amiguinha que é Diabética tipo 1 também e muito engraçado um toma conta do outro...rs
Enfim que venha mais um ano de luta e vitorias.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Hormônio produzido pelo pâncreas diminui nível de glicose no sangue

Com isso, a reposição de insulina se tornaria desnecessária

Uma descoberta divulgada ontem por pesquisadores do Centro Médico da Universidade do Sudoeste do Texas, nos Estados Unidos, promete dar nova esperança aos portadores do diabetes melito(tipo 1), um dos tipos mais agressivos da doença. O estudo, que será publicado na revista especializada Diabetes de fevereiro, sugere uma cura para o problema a partir da manipulação genética do glucagon, um hormônio produzido pelo pâncreas.

A ideia é ousada: em vez de administrar insulina (o tratamento indicado nesse tipo da doença), os pesquisadores conseguiram mostrar, em ratos, que a manipulação dessa outra substância também pode deixar o organismo normal.

O glucacon é um hormônico antagônico à ação da insulina, ou seja, ele aumenta o nível de glicose no sangue. Os pesquisadores, então, apostaram na hipótese de que, se fosse possível limitar a liberação de glicose por essa substância, os diabéticos não precisariam mais fazer a reposição insulínica.

A supressão do hormônio foi feita através de manipulação genética. Nos testes pré-clínicos, realizados com camundongos, a “invenção” funcionou. “O bloqueio da produção desse hormônio fez com que o organismo dos animais com deficiência insulínica voltasse ao normal”, contou ao Correio, por e-mail, o professor Roger Unger, um dos autores da pesquisa.
O diabetes melito, também conhecido como diabetes tipo 1, é uma doença autoimune, na qual o corpo do paciente destrói as células produtoras de insulina. Esse hormônio é o responsável por levar a glicose dos alimentos a todas as partes do corpo. “É comum esse tipo da doença ser considerado o mais grave. Na verdade, ele é o que precisa de mais cuidados. Como a pessoa não tem a insulina, corre o risco de morrer imediatamente se não fizer a reposição”, explica a professora Jane Dullius, da Faculdade de Educação Física da Universidade de Brasília.
Esse é, inclusive, um dos principais problemas para os diabéticos. “O incômodo vai desde o mais básico, que é ficar tomando injeções diárias, até o mais estrutural, estar sempre mantendo a rotina, ficar de olho nas taxas de glicose no sangue, não comer fora do horário”, enumera o jornalista Paulo Mesquita, 26 anos, portador da doença desde os 11. Calcula-se que, pelo menos, 42 milhões de pessoas tenham o diabetes melito — o equivalente a 0,7% da população mundial. A maioria descobre a deficiência antes dos 30 anos, geralmente, na infância ou no início da adolescência.
Avanços
O professor Roger Unger ressaltou a importância da descoberta, ainda mais porque não há muitos estudos sobre a relação entre o glucagon e o controle do diabetes. “A supressão do glucagon erradicou o diabetes dos ratos, enquanto a reposição de insulina, não”, reforçou. As próximas etapas, afirma, serão os testes clínicos, em que a manipulação vai ocorrer em humanos.

A professora da UnB Jane Dullius ressalva que ainda é preciso estudar o assunto com cuidado. “Se a ciência controlar o glucagon, não vai estar dando um fim ao diabetes, vai estar apenas evitando que a glicose do organismo do paciente suba. A insulina não pode ser esquecida, ela é essencial para que a glicose seja absorvida pelos tecidos”, observa. O presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Saulo Cavalcanti, lembra que os fatores ambientais também precisam ser analisados no processo. “O estudo é pioneiro, uma luz no fim do túnel. Mas o fator genético também é complexo, porque existem vários genes relacionados ao diabetes. A terapia gênica está engatinhando, é uma ferramenta que ainda precisa ser bastante explorada”, alerta.

Fonte: Correio Braziliense

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

sábado, 29 de janeiro de 2011

Quanto tempo!

Oi Gente, não abonei meu blog simplismente voltei de férias e descobri que estou sem internet...Búaaaaaaaaa
Mas semana que vem estará tudo normalizado com a instalação da velox, enfim sinto saudades de ler os blog's que sigo e das informações do dia dia.
Com o JP está tudo bem, voltamos as normalidades da glicemias,em casa e muito mais fácil de controlar.
Agora estou na correria pra poder receber os insumos que ganhei do governo, bem que a Sarah avisou que não e fácil, estou esperando a prefeitura ser notificada, se Deus quiser vai ser logo,pois não e mole a despesa com remedios e as fitas.
Beijão meninass

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Contagem de Carboidratos - Globo - Jornal Hoje

" A Diabetes não tem cura.É uma doença crónica.Doença crónica requer cuidados até à morte. Mas não se apoquente: a vida também é uma doença crónica que exige cuidados até à nossa morte..."



Rubem Alves





domingo, 16 de janeiro de 2011

Férias e a contagem de carboidratos

Gente como controlar uma criança que esta fora de casa de férias??
Essa está sendo minha primeira experiência, olha está sendo um sufoco;
Festa, praia, casa da vó,casa de primos, ansiedades...Ufa!
Confesso que estou tendo um pouco de trabalho pra manter a glicemia controlada.
São hipo's pois corrijo e aplico a CHO até ai tudo bem, só que as atividades são grandes brinca, pula,corre e ai acaba baixando demais.

Gente preciso de dicas.









Como posso controlar????kkkkkkkkkkk

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Féeriass




Amigas;

Estou viajando pra poder descansar um pouquinho e ver a família que mora no ES.
Quando chegar terei várias novidades pra contar.

Beijinhos

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Muito Feliz!




Meninasssss acabei de abrir meu email e recebi do meu advogado a resposta sobre o processo;

Ganheiiiiiiiiiiiiiiiii......

Vou receber os medicamentos e fitas do governo.

Começamos bem 2011.

Beijosssss




terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Nick J. diabetes - Nick Jonas

-Filho vem ver o que eu achei!
-O que mãe?
-Olha quem tbem é Diabético!
-Eu já sabia mãe, vi um episódio no qual ele usava o aparelhinho de medir e a bomba.

Às vezes achamos que nossos filhos não sabem de nada e sofrem por ter Diabetes, mas não e verdade eles estão antenados em tudo e levam tudo com maior bom humor pelo menos e o que eu sinto com meu filho.
Ele já sabe explicar a qualquer pessoa os procedimentos e daqui a pouco vai estar e dando aula...rsrs


terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Boas notícias!

Hoje fui a endocrinologista do Hospital geral de Bonsucesso,aquele q a médica e uma mala..rs
  1. Ela estava de bom humor...
  2. Os exames do JP estão ótimos, me deu até Parabens..rs
  3. Consegui aumentar as fitas de medir a glicemia de 125 para 150.. tudo bem q não é grande coisa pois só aumentou 25 tiras...mais estou feliz...rs
  4. Minha amiga mãe do Gui q tbém e Diabetico tipo 1 conseguiu pelo governo a bomba de insulina e todos os insumos e tiras...Isso e muuiiito bom, estou feliz por ela e pelo Gui

Enfim, amanhã vou na médica dele mesmo a particular e com certeza vou receber boas notícias,agora é só controlar as comilança das férias.

Beijos meninas

E um ótimo 2011 para todas nós, Guerreiras!



QUE VENHA....

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Hemoglobina Glicada !!! 6,8 Obaaa!




"Você diz: Isto é impossivel.
Deus diz: Todas as coisas são possiveis." ( Lucas 18:27 )


O exame de Hemoglobina Glicada possui enorme importância na avaliação do controle do diabetes. É capaz de resumir para o especialista e para o paciente em tratamento se o controle glicêmico foi eficaz, ou não, num período anterior de 60 a 90 dias.

Isso ocorre porque durante os últimos 90 dias a hemoglobina vai incorporando glicose, em função da concentração que existe no sangue. Caso as taxas de glicose apresentem níveis elevados no período, haverá um aumento da hemoglobina glicada.

Sempre é necessário individualizar o valor de A1C (hemoglobina glicada), levando em conta vários dados clínicos como idade, presença de outras doenças e/ou risco de eventos freqüentes de hipoglicemias.

Estudos clínicos, realizados em grandes centros foram capazes de demonstrar que a manutenção de A1C em valores o mais próximo possível do normal foi acompanhada de redução significativa do surgimento e da progressão das complicações micro e macro-vasculares. Isso ocorreu tanto em pessoas com diabetes do tipo 1 (DCCT), quanto do tipo 2 (UKPDS).

Para consensos nacionais e internacionais, o valor de A1C mantido abaixo de 7% promove proteção contra o surgimento e a progressão das complicações microvasculares do diabetes (retinopatia , nefropatia e neuropatia).

As pessoas que já apresentam complicações em estágios avançados (insuficiência renal terminal, doença vascular difusa) ou que são portadores de outras condições clínicas que reduzem a qualidade de vida podem ter como meta de tratamento valores de A1C um pouco mais elevados.

Outros exames como “dosagens da taxa de glicemia” (no laboratório) e “glicemia capilar (ponta de dedo)” apresentam parâmetros que podem sofrer oscilações importantes por influência de diversos fatores, tais como: alimentação, exercícios, medicação etc. Mas, é claro, não deixam de ser importantes e devem continuar a fazer parte do acompanhamento das pessoas com diabetes.Vale ressaltar o papel da glicemia capilar para os pacientes insulino-dependentes, permitindo o ajuste das doses de insulina naquele determinado momento.
Fonte:www.diabetes.org.br/exames

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Feliz Natal!




Passando aqui para desejar a todos um Feliz Natal e um Ano Novo maravilhoso na presença de Deus sempre.

Agradeço a Deus pelo Ano que se acaba e pelo Ano que se inicia!

Bjs

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Não acredito na cura, acredito em Deus!

Sendo que Deus continue usando esses pesquisadores para que nossos filhos tenham uma vida bem melhor no futuro.


Homens com Diabetes poderão produzir insulina a partir das células produtoras de espermatozóides




Homens com Diabetes Tipo 1, podem ser capazes de desenvolver suas próprias células produtoras de insulina a partir de seu tecido testicular.

A descoberta, feita a partir de experimentos de laboratório e de testes com animais, foi feita por médicos da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos.

O estudo é uma prova de princípio de que as células-tronco espermatogônias (SSC – spermatogonial stem cells), extraídas do tecido testicular podem se transformar nas células ilhotas beta, secretoras de insulina, normalmente encontradas no pâncreas.

Sem genes extras
Segundo os pesquisadores, eles conseguiram o feito sem utilizar quaisquer genes extras, atualmente empregados na maioria dos laboratórios para transformar células-tronco adultas em um tecido específico.

"Nenhuma célula-tronco adulta ou embrionária foi induzida a secretar insulina em quantidade suficiente para curar a diabetes em seres humanos, mas sabemos que as SSCs têm o potencial para fazer o que nós queremos que elas façam, e nós sabemos como melhorar seu rendimento,” afirma o Dr. Ian Gallicano, principal autor do estudo.

Em vez de utilizar células-tronco induzidas (IPS), os pesquisadores recorreram a uma fonte prontamente disponível de células – tronco, as SSCs, que são precursoras das células do esperma. Eles obtiveram as células de doadores de órgãos já falecidos.

Como as SSCs já têm os genes necessários para se tornarem células-tronco embrionárias não são necessárias adicionar qualquer gene novo para persuadi-las a se transformar em células progenitoras.

“Nós descobrimos que, uma vez que você tira essas células dos testículos, elas ficam confusas, e formam todas as três camadas embrionárias em algumas semanas,” diz o pesquisador. “Elas são células-tronco pluripotentes verdadeiras.”

Cultivando o próprio transplante
A equipe usou 1 grama de tecido de testículos humanos para produzir cerca de 1 milhão de células-tronco em laboratório. Essas células apresentaram vários dos marcadores biológicos que caracterizam as células das ilhotas beta normais.

A seguir, eles transplantaram essas células em camundongos diabéticos imunologicamente deficientes. O resultado foi uma diminuição dos níveis de glicose nos animais que durou aproximadamente uma semana – demonstrando que as células estavam produzindo insulina suficiente para reduzir a hiperglicemia.

Embora o efeito tenha durado apenas uma semana, Gallicano afirma que novas pesquisas têm demonstrado que esse desempenho pode ser substancialmente aumentado.
Algo que poderá, no futuro, tornar-se uma espécie de técnica para que “cada homem cresça seu próprio transplante.”

Ansiedades de Dezembro!

Impossível de evitar!
Formatura, festas, viagens, natal... Muitas coisa para Dezembro.
Como pode um emocional influenciar tanto na glicemia do JP; ontem só o fato de saber que o primo iria vim passar o dia aqui em casa já acordou com 308 mg/dl.
Sendo que foi dormir com 184mg/dl tomou 2UI porque já percebi que se dormir acima de 150mg/dl acorda com alta.
O que ele comeu antes de dormir?
O de sempre,
2 fatias de pão integral
queijo
200ml de leite c/gold
??????

A ansiedade sempre falou mais alta no João Pedro, isso desde pequeno lembro que antes de qualquer aniversário sempre tinha febre.

O jeito e voltar pra homeopatia, pois esse mês teremos vários motivos para ansiedade bater a porta né?!
Sábado passado foi a formatura, foi lindo.
Se chorei??
Adivinha?! rsrs

Algumas fotinhas para vc's




quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Colorir!




Cada refeição tem sido assim:

Um colorido de Amor, entre verduras, legumes...rs

Graças a Deus ele tem evoluido bastante na sua alimentação, nunca pensei q chegaria a comer tudo que está comendo.

É só o começo!

Ai meu Deus Dezembro mês de festas e festas...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Diabetes e suas emoções

Ao falar do tratamento do Diabetes, muitas vezes, escuta-se do paciente a afirmação: “Meu diabetes é emocional!”.

Mas afinal, existe mesmo diabetes emocional?

Antes de responder a essa pergunta, alguns pontos merecem ser analisados.

Primeiramente, é importante colocar que quando falamos de emoções, precisamos levar em consideração as positivas, como: passar no vestibular. conseguir um emprego, o nascimento de um filho, etc; e também as negativas, por exemplo: a morte de um ente querido, estar passando por dificuldades financeiras, etc.

Estados emocionais alegres ou tristes podem interferir no controle da glicemia, mas não são os únicos responsáveis pelos altos e baixos da glicose. Esses altos e baixos estão mais diretamente relacionados com as atitudes que você adota no período em que está vivenciando essas emoções, do que com as próprias emoções.

Vamos refletir melhor sobre isso.

Por exemplo, quais as suas atitudes quando está passando por um momento de tristeza?



Continua fazendo exercício físico?
Toma a medicação conforme a prescrição médica?
Come menos ou mais do que o recomendado no seu plano alimentar?
Suas atividades de lazer ficam em segundo plano?


Além disso, nós somos seres humanos em que corpo e mente estão interligados, portanto, não adianta pensar que seremos sempre “equilibrados” emocionalmente, pois, se estamos com alguma doença física, o nosso emocional pode sofrer altos e baixos, e se estamos enfrentado algum problema, o nosso corpo também irá reagir positiva ou negativamente.

Logo, não resolve justificar as taxas altas de açúcar pelos problemas que se está enfrentando, pois sempre haverá um problema maior ou menor em nossas vidas. O que adianta é você olhar mais para si mesmo com carinho e procurar ter cuidado com o seu tratamento sempre, independente da intensidade de suas emoções.

Que tal começar a pensar numa maneira de aliviar as tensões do dia-a-dia?

Por exemplo: comece um exercício físico orientado individualmente ou em grupo, saia para dançar, faça trabalhos manuais, seja voluntário em alguma atividade que tenha habilidade, leia um bom livro, etc. Tudo isso e muito mais, são maneiras de melhorar a auto-estima e tornar os nossos problemas menos danosos à saúde.

Mas lembre-se, é importante que você escolha algo que lhe dê prazer, para que essa nova atividade tenha continuidade e não fique monótona.

Portanto, a interferência das diversas emoções na nossa vida, merece atenção e deve ser avaliada dia-a-dia por cada um e pela equipe de saúde que lhe acompanha.

Lara Ferreira Guerra
Psicóloga Clínica e Hospitalar
CRP 13/3028

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